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Entenda por que o 13º salário é uma ótima oportunidade de investimento

Entenda por que o 13º salário é uma ótima oportunidade de investimento

Final de ano chegando e, com ele, algumas dúvidas comuns entre os brasileiros. Uma delas diz respeito ao dinheiro extra que os trabalhadores, aposentados ou pensionistas recebem no período. E você, sabe o que vai fazer com o 13º salário?

Fique tranquilo, você não está sozinho se ainda não sabe o que fará ou até mesmo se queria se planejar melhor para usar bem o dinheiro, mas não sabe por onde começar.

Muitas pessoas querem fugir da cilada torrar o dinheiro com dívidas, compras de final de ano ou pagamento de contas no começo do ano.  Outras tantas gostariam de investir ao menos uma parte do dinheiro recebido, mas não sabem por onde começar e nem o que fazer.

Se você quer saber o que fazer com o 13º salário, continue a leitura do texto e entenda como o planejamento financeiro é fundamental.  

 

Por que investir o seu 13º?

O principal motivo para se investir ao menos uma parte do décimo terceiro é porque ele é um rendimento extra que está fora do orçamento de todo mês. E falamos em uma parte porque também sabemos das suas necessidades de compras de presentes de final de ano e das contas de todo começo de ano.

Não é preciso comprometer suas finanças, mas também nada te impede de separar ao menos uma parte do dinheiro recebido para fazê-lo trabalhar por você. É um dinheiro que poderá te trazer bons rendimentos e ajudar na construção de um patrimônio dentro do prazo que você achar mais adequado a você.

Independente dos seus objetivos e prazos, sempre haverá um ou mais investimentos adequados a eles. E investir o dinheiro, mesmo que pouco, mas de forma constante, é a forma ideal de fazê-lo crescer e multiplicar ao longo do tempo.

Antes de usar o dinheiro do 13º salário, organize-se para entender qual será o valor recebido e quais são as suas necessidades (presentes, compras pessoais, contas de começo de ano…).

Não é preciso investir todo o 13º salário. Assim como gastar todo o dinheiro com compras, viagens e demais gastos de lazer não é o ideal para fazer com o 13º, investir todo o valor recebido também não é a melhor escolha.

Para saber como balancear melhor o dinheiro de acordo com as suas necessidades de gasto e de economia para investimento, foque em fazer um planejamento financeiro bem feito.

O primeiro passo é saber como estão as suas contas. Ao ter uma visão completa de todas as suas receitas e despesas, fica mais fácil checar quais são os principais pontos de atenção e onde você pode melhorar.

 

O que fazer com o 13º

Se você está inadimplente, foque em usar o 13º para quitar as dívidas e evite os gastos excessivos de final de ano para não começar 2020 no vermelho.

Se está com tudo em dia, separe os valores que precisará para pagar as contas básicas do final de ano e os impostos e demais gastos do começo de 2020.
Inclua nesse planejamento qual parte do orçamento será usado para compra de presentes de Natal ou até mesmo para aquela viagem de final de ano com a família.

Lembre-se de sempre estabelecer um teto de gastos e comprometa-se a não ultrapassá-lo de forma alguma.

Depois disso, chegou a hora de separar também um valor para fazer seus investimentos. Caso consiga enxugar os gastos depois de organizar as finanças, verá que sobrará mais dinheiro para investir – e para multiplicar.

Vale lembrar que é possível investir mesmo com pouco dinheiro. No Tesouro Direto, por exemplo, há opções de em torno de R$ 30 a R$ 100. Já se você optar por um CDB, é possível aplicar R$ 1 mil e ter boas rentabilidades.

 

Como investir o décimo terceiro

Onde investir meu dinheiro? Essa é uma das perguntas mais comuns no mundo dos investimentos, por isso é importante destacar alguns aspectos importantes.

O passo inicial antes de começar de fato a investir (se você ainda não começou ainda) é entender qual é o seu perfil de investidor.

É com esses dados que você entenderá melhor qual a sua tolerância ao risco e quais são seus objetivos e metas para o futuro.

Separe sempre uma parte dos investimentos para ter um valor que vai te dar segurança em momentos de imprevistos ou custos inesperados.

Para esses casos, duas boas alternativas são o Tesouro Selic e os fundos de renda fixa com liquidez. Ou seja, que podem ser resgatados a qualquer momento.

Ambos os casos se encaixam na renda fixa, que oferecem rendimentos positivos, baixo risco e muitas vezes com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
São investimentos mais simples, com pouca volatilidade e diversas opções à disposição.

 

Dúvidas sobre o pagamento do 13º

Agora você já sabe o que fazer com o dinheiro que receberá na forma de 13º salário.
Mas será que você tem direito a esse benefício? Separamos abaixo algumas das principais dúvidas sobre o assunto.

 

Quem pode receber o décimo terceiro salário?

Todo o trabalhador registrado sobre o regime de CLT tem direito a receber o valor. Ele, que corresponde a 1/12 de cada mês trabalhado (no mínimo quinze dias).

 

Quando o 13º é pago?

O décimo terceiro é pago em duas parcelas no ano e, por lei, deve ser feito da seguinte forma:

– A 1ª parcela é paga no período entre fevereiro e o final de novembro.

– A 2ª parte sai até o dia 20 de dezembro.

 

Quais tributos são descontados do 13º?

Há o desconto do FGTS correspondente ao valor de cada parcela.
Além disso, outro tributo é o INSS, que ocorre apenas na segunda parte e é proporcional ao total recebido.

 

Como calcular o décimo terceiro?

Caso tenha trabalhado o ano todo, o empregado receberá um salário líquido a mais como benefício, em duas parcelas:

– 1ª parcela: o valor equivalente à metade da sua remuneração do mês anterior (sem descontos).

– 2ª parcela: é o dinheiro da 2ª parte do mês da base de cálculo, com desconto do INSS referente às duas.

Caso não tenha trabalhado todo o ano na empresa, é preciso fazer o cálculo do 13º proporcional:

– Divida o salário bruto por 12 (número de meses do ano)

– Multiplique o resultado pelo número de meses trabalhados (é preciso ter 15 dias corridos para considerá-lo integralmente)

– A primeira parcela será equivalente à metade do valor (sem descontos)

– A segunda parcela será o resultado do total subtraindo a primeira parcela e os descontos do INSS e do IR
 

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