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Aug

Como as eleições podem influenciar o mercado de investimentos

Como as eleições podem influenciar o mercado de investimentos

Em ano de corrida eleitoral o mercado assume um cenário volátil e imprevisível perante as incertezas políticas do país. E os investidores devem permanecer atentos para proteger seu patrimônio durante esse período.

A entrada do segundo semestre traz à tona a corrida eleitoral e os impactos desse momento para a economia nacional. Depois de um primeiro semestre conturbado e já repleto de incertezas políticas, a movimentação agressiva do mercado é um reflexo da imprevisibilidade do que pode acontecer nas urnas em outubro de 2018.

Até mesmo o crescimento de 2% previsto para a economia brasileira, de acordo com o relatório “Global Economic Prospects”, deve ser afetado pelo período político. De acordo com os números do Banco Mundial, o estudo aponta que o crescimento da economia acontecerá à medida que o mercado de trabalho e uma inflação baixa impulsionarem o consumo. Além dos efeitos residuais da recessão desaparecerem e as condições políticas tornarem-se mais favoráveis à entrada de investimentos estrangeiros. O principal risco para o país, no entanto, é a incerteza política, que pode afetar negativamente a confiança e até mesmo frear o crescimento econômico. 

O Fundo Monetário Internacional (FMI) também prospectou o crescimento da economia brasileira. O FMI calcula que o Brasil em 2018 vai crescer 1,6%. Ou seja 0,5 ponto percentual (p.p.) abaixo da última estimativa feita em abril. Para 2019, o fundo projeta expansão de 2,5% da economia brasileira. 

E como ficam as tendências e oscilações para os próximos meses? Como agir para proteger seu patrimônio e a rentabilidade dos investimentos em um cenário de inseguranças?

O fato é que a partir de agora a tendência dos mercados, sobretudo aqueles afetados pelos movimentos de oscilação – bolsa, multimercados, entre outros – podem sofrer mais alterações por conta das novidades e informações durante o período de corrida eleitoral. As intenções de voto, por exemplo, podem ser fontes constante de oscilação com reflexo no mercado de investimentos.

Entendendo um pouco melhor o contexto desse cenário, existem alguns fatores a serem considerados de acordo com cada perfil de investidor. É o que veremos no tópico a seguir.

 

O que fazer?

Para investidores que atuam normalmente com opções de oscilação constante e não desejam correr risco, é um bom momento para pensar na redução da exposição, pois o semestre tende a ser bastante volátil e pode acarretar riscos.

Assim, a dica para quem não quer correr tantos riscos durante esse período é reduzir sua posição em relação às oscilações. O momento representa uma turbulência natural em vista das imprevisibilidades, mas apesar de existirem riscos de quedas, um mercado de volatilidade também pode gerar oportunidades. Só não é indicado aumentar a exposição no curto prazo para esse tipo de perfil.

Nos casos em que o investidor tem objetivos de médio e longo prazo em vista, é importante manter as posições e tomar decisões corretas com base nos fatos apresentados no decorrer do período. 

Já quem ainda não atua com nenhum tipo de investimento e deseja começar, pode ser um momento de oportunidades. No caso de quem deseja investir em Bolsa, por exemplo, alguns papéis tem a tendência de cair fortemente durante o período eleitoral, mas configurados por boas empresas podem significar excelente oportunidades de compra a valores inferiores e ganhos interessantes após a retomada. São opções que tendem a subir com mais força no mercado.

E para quem ainda não investe, mas não está disposto a enfrentar nenhum tipo de risco, a indicação é ficar de fora dos investimentos neste momento.

 

Olho nos dados!

Para acompanhar esse pequeno furacão econômico durante os próximos meses, o ponto principal está em analisar cuidadosamente e muito bem os dados. Ficar de olho nas intenções de voto pode ser um dos fatores com reflexo imediato em alguns mercados.

Mas uma opção ainda mais interessante é ter um assessor financeiro por perto. A principal vantagem para o investidor é que esses profissionais têm acesso às informações com mais rapidez em relação ao mercado. Além disso, possuem experiência para indicar as tendências e possíveis direcionamentos mais prováveis de acordo com o conhecimento de cada opção e mercado envolvido.

Essa experiência pode trazer mais segurança aos investidores para uma tomada de decisão mais assertiva, sobretudo em momentos de total imprevisibilidade como um período de forte mudança política. Até que o novo governo tome posse em 2019 e os primeiros meses direcionem um cenário mais de maiores probabilidades, muito ainda pode acontecer e é essencial proteger seu patrimônio durante esse período.

Considerando ainda que a abertura do mercado de investimentos também vem transformando o cenário da rentabilidade no Brasil, é um fato que os investimentos de 1% ao mês já não são mais a menina dos olhos para quem está nesse universo. A renda fixa é uma boa opção, mas as classes de multimercado vêm despontando para uma nova onda de investimentos promissora e com boas projeções, que pode também ser uma excelente alternativa durante o jogo eleitoral.

Se você quer entender melhor como as opções e multimercados podem ser bem aproveitadas em sua carteira de investimentos ou ainda analisar a melhor estratégia de proteção patrimonial durante os próximos meses, entre em contato com nossa equipe.

E não esqueça: olho sempre atento aos dados!

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