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06
Jan

Uso de crédito e gestão de dívidas: como agir na hora da crise financeira?

Uso de crédito e gestão de dívidas: como agir na hora da crise financeira?

 

O uso de crédito e o desconhecimento sobre gestão de dívidas pode fazer com que o investidor se endivide. Nesses casos, para evitar a inadimplência, há a possibilidade de resgatar investimentos. Porém, isso torna necessário deixar de seguir o seu planejamento e adia a conquista dos objetivos.

Desse modo, saber lidar com as finanças, principalmente em épocas de crise, é fundamental para manter o orçamento em ordem. Então você deve entender como gerenciar seus recursos para passar por esses momentos com mais tranquilidade.

Neste artigo, você entenderá como utilizar o crédito da melhor forma e ter uma boa gestão de dívidas para evitar problemas financeiros. Continue a leitura e saiba mais!

Como fazer a gestão de dívidas?

Para ter uma vida financeira mais saudável, mesmo em momentos de crise, é importante saber como fazer a gestão de dívidas. Essa prática ajuda a quitar os débitos sem impedir a conquista dos seus objetivos.

Confira como esse gerenciamento pode ser feito:

Entenda a origem das dívidas

O primeiro passo é avaliar a origem dos seus débitos. Isso ajuda a identificar que tipo de comportamento você tem como consumidor. Portanto, identifique como cada dívida teve início e tente entender se há um princípio comum.

Esse processo permite analisar seus gastos mensais. Assim, você pode entender se o que está comprando é realmente necessário ou se os débitos são o resultado de escolhas impulsivas.

Calcule o valor total que você deve

Além de conhecer a origem das dívidas, você deve conhecer o montante devido. Essa etapa exige atenção, porque você não deve considerar apenas a quantia principal. Também é importante incluir os juros, multas e demais taxas que serão cobradas até a liquidação do débito.

Aproveite para projetar o tempo de pagamento de cada dívida. Com essas informações em mente, ficará mais fácil desenvolver estratégias para quitá-las sem comprometer todo o seu orçamento.

Tenha um plano para renegociar as dívidas

Com todos os dados em mãos, você terá condições de desenvolver um plano para pagar as dívidas. Uma possibilidade é entrar em contato com os credores e negociar os valores devidos.

Para isso, conheça as alternativas, projete descontos, calcule os prazos e analise a possibilidade de pagar à vista. Se não for possível, pense em propostas para reduzir os juros. Lembre-se de que, além de fechar um acordo, é fundamental que você consiga cumprir com suas obrigações.

Não faça novas dívidas

Após fechar o acordo com os credores, reavalie seus hábitos para evitar novos parcelamentos, por exemplo. Se o seu problema são as compras por impulso, vale buscar estratégias para evitá-las. Em geral, quem tem esse comportamento utiliza o cartão de crédito em excesso.

Nesse caso, as parcelas podem comprometer uma parte considerável do seu orçamento, principalmente em épocas de crise. Afinal, nesses momentos, a receita tende a diminuir, enquanto as parcelas se mantêm. 

Como consequência, isso pode comprometer o pagamento das dívidas atuais. Portanto, embora traga facilidades, o uso do cartão deve ser moderado. Para facilitar, considere juntar o dinheiro antes de adquirir o produto ou serviço.

Como passar por crises de maneira tranquila?

Agora você sabe como gerenciar as dívidas e entende que situações de crise exigem atenção. Logo, é preciso se preparar para superar os obstáculos e manter as contas em dia. 

Confira como passar por esses momentos de maneira mais tranquila!

Tenha um planejamento financeiro

Controlar as finanças é um passo fundamental para conseguir pagar todas as contas, manter o orçamento em dia e continuar fazendo investimentos com tranquilidade. Para tanto, crie um planejamento financeiro que envolva todas as suas possibilidades, desejos e limitações.

Foque na organização financeira

Após se planejar e definir objetivos, procure compor um orçamento completo distribuindo os recursos de forma a otimizar o uso do dinheiro. Definir um teto de gasto para cada categoria também evita que você consuma mais do que existe disponível.

Ao colocar seu orçamento em prática, faça um acompanhamento para realizar as modificações necessárias. Quanto mais informações você tiver sobre as suas finanças, mais fácil será tomar boas decisões e evitar o endividamento.

Crie uma reserva financeira

Em momentos de crise, é comum que surjam diversos imprevistos. Dessa forma, é essencial que seu planejamento financeiro comporte isso, principalmente por meio de uma reserva de emergência.

Ela representa uma quantia financeira disponível para ser utilizada em situações adversas. Isso evita que você precise resgatar investimentos e acabe tendo perdas financeiras, por exemplo.

Tenha disciplina

Não existe fórmula mágica para evitar o endividamento ou sair das dívidas. Na prática, é necessário ter disciplina e se preparar para as dificuldades financeiras que podem surgir ao longo dos meses. Com esse cuidado, você terá mais chances de superar problemas sem atrasar contas ou recorrer a empréstimos.

Quais cuidados ter no momento de solicitar crédito?

Se, mesmo com planejamento, você se descuidar e precisar solicitar crédito para cumprir suas obrigações — ou gerar maior liquidez financeira, é preciso ter atenção. Primeiramente, avalie o montante que você precisa e quais são os objetivos do empréstimo.

Em seguida, verifique as alternativas disponíveis no mercado e compare taxas de juros. Uma possibilidade é recorrer ao crédito com garantia de investimento — o chamado crédito colateralizado, que pode trazer condições atrativas para investidores.

Nesses casos, a instituição financeira que fornecerá o crédito usa os investimentos dos clientes como garantia. Isso permite que o empréstimo seja fornecido com taxas de juros mais baixas em comparação com outras modalidades. Ainda, você tem o benefício de manter seu investimento — o que poderá gerar rendimentos.

Além disso, o investimento usado como garantia fica bloqueado para resgate até que o pagamento da dívida seja realizado. Se você não conseguir quitar o valor até o prazo definido, o dinheiro é tomado pela instituição.

Dessa maneira, a opção pode ser interessante para quem precisa de dinheiro, mas não pode ou não quer resgatar investimentos. No entanto, é importante analisar se as parcelas estarão de acordo com o seu orçamento para garantir o pagamento dos valores à instituição. 

Com essas informações, você entendeu que o planejamento financeiro é fundamental para reduzir o uso de crédito e fazer uma boa gestão de dívidas. Adotando cuidados em sua rotina, é possível evitar a inadimplência e o endividamento. 

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