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May

Como a crise do combustível afeta seus investimentos

Como a crise do combustível afeta seus investimentos

A greve dos caminhoneiros que paralisou o país nos últimos dois dias despertou também uma crise de confiança em muitos investidores. Mas a recomendação mais importante neste momento é: mantenha a calma. Entenda mais no post de hoje!

O aumento no preço dos combustíveis ao longo dos últimos meses atingiu nesta semana o limite da paciência dos consumidores. Sem negociação do aumento dos fretes junto aos contratantes, os caminhoneiros pagam o preço de um efeito cascata que existe desde que a Petrobrás começou a importar petróleo para o mercado externo: preços afetados pelo dólar.

Ao invés de repassar os custos das perdas cambiais no preço do combustível exportado, a petroleira subsidia esse valor e empurra a conta para investidores privados e para o governo. E quem paga é o consumidor final.

Com caminhões parados, as mercadorias não circulam, perecíveis se deterioram e uma grande cadeia de prejuízos se forma, repassando para o consumidor e contribuinte a conta, seja com a alta da inflação, dos preços ou mesmo a falta de produtos nas prateleiras. Sem contar, ainda, o repasse de todo esse cenário em forma de impostos e emissão de títulos da dívida pública. Não à toa temos uma das maiores cargas tributárias do mundo, que representa 36% do nosso PIB e uma dívida pública de 74% do PIB.

Tudo isso impacta também no universo dos investimentos, mesmo que de maneira pontual. Ao gerar uma crise de confiança, muitos investidores começam a tomar ações baseados na insegurança do cenário nacional para evitar prejuízos e acabam muitas vezes cometendo erros.

 

O que fazer, então, em momentos de crise que podem impactar o mercado financeiro?

A recomendação é: mantenha a calma!

Nesta manhã, após o anúncio de flexibilização da política de preços para atender as demandas da greve, a Petrobrás viu suas ações caírem mais de 10% na bolsa de valores. Um movimento natural, dado o contexto da situação. No entanto, nem sempre isso representa uma consequência permanente. 

De modo geral, crises como essa geram impactos pontuais, mas para quem investe no longo prazo é importante analisar o cenário à frente do hoje. Vale a pena pausar um investimento que pode continuar rendendo após o término da crise? 

Em Maio de 2017, exatamente um ano atrás, vivenciamos uma situação ainda mais grave com a marcante quinta-feira em que a bolsa parou após as denúncias sobre o governo Temer. E o mesmo conselho dado naquela ocasião cabe agora: em momentos como esse não é sábio tomar decisões precipitadas, que podem acarretar prejuízos ainda maiores. A melhor alternativa é aguardar e, na dúvida, buscar um assessor de investimentos que poderá orientar melhor os próximos passos e o momento mais indicado para agir.

Considerando ainda que este ano enfrentaremos também eleições presidenciais, ainda há muito para acontecer no cenário econômico brasileiro. Sem considerar ainda as oscilações externas de governos internacionais que podem gerar impacto na economia global. Então antes de qualquer precipitação, lembre-se que todo cuidado é pouco e tome decisões cautelosas com seus investimentos.

E se precisar, você já sabe: estamos aqui para te ajudar!

 

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