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Jun

Carteira internacional: 3 vantagens de fazer investimentos fora do Brasil

Carteira internacional: 3 vantagens de fazer investimentos fora do Brasil

Quem deseja diversificar a carteira de investimentos e alcançar novas oportunidades pode se interessar por fazer aportes fora do Brasil. Afinal, montar uma carteira internacional traz vantagens em relação à diluição de riscos e ao aumento do potencial de ganhos.

Porém, muitos investidores acreditam que é difícil ou custoso se expor a alternativas estrangeiras. Assim, eles acabam deixando de buscar alternativas internacionais por receio da burocracia ou dos riscos. Mas existem maneiras práticas de investir em outro país.

Quer saber mais? Confira este conteúdo para acompanhar 3 vantagens de contar com uma carteira internacional e entender como fazer investimentos fora do Brasil de maneira simples!

O que é uma carteira internacional?

Antes de conhecer as principais vantagens de montar uma carteira internacional, vale saber o que ela é. Nesse contexto, engana-se quem pensa que esse portfólio é composto apenas por investimentos acessíveis fora do Brasil, de fato.

Na verdade, uma carteira internacional envolve um portfólio exposto a mercados e alternativas internacionais — mesmo que os investimentos sejam negociados em nosso país. Desse modo, é possível encontrar investimentos brasileiros que permitam essa exposição.

Por exemplo, se você compra ações de empresas brasileiras exportadoras, já pode ter algum nível de exposição internacional. Além disso, existem possibilidades de internacionalizar a carteira ao acompanhar resultados de empresas estrangeiras ou alternativas cambiais. 

E essa composição pode ser feita de forma indireta, por meio de investimentos negociados aqui mesmo no Brasil. Dessa maneira, montar uma carteira internacional não significa, necessariamente, abrir contas em outros países e fazer aportes diretos.

Quais são as 3 vantagens de investir no exterior?

Agora que você já entendeu o que é uma carteira internacional e viu que há formas indiretas de proporcionar essa exposição, é preciso conhecer as vantagens dessa estratégia. 

Afinal, quais são os benefícios derivados de expor o capital a outras economias? Confira a seguir 3 das principais vantagens!

1. Favorecimento da diversificação

O primeiro benefício de montar uma carteira internacional é reforçar a diversificação dos seus aportes. Essa estratégia é indicada por diversos profissionais e especialistas do mercado financeiro, principalmente para diluir riscos e potencializar a rentabilidade.

A diversificação envolve fazer aportes em diferentes alternativas, mercados, setores e economias — de maneira descorrelacionada. Então os movimentos de um ativo ou título não estarão atrelados aos outros investimentos da carteira.

Dessa forma, você não ficará dependente de apenas um tipo de risco. Imagine, por exemplo, que você investiu unicamente em ações de companhias relacionadas ao varejo brasileiro. Um movimento de baixa nesse setor afetará toda a sua carteira e resultados — podendo, inclusive, reduzir seu patrimônio.

No entanto, se você tivesse investido em ações de cinco setores diferentes, apenas um quinto do seu capital estaria exposto aos movimentos do varejo. Dessa forma, o restante do patrimônio poderia não apresentar quedas — equilibrando a carteira.

Nesse sentido, investimentos expostos ao mercado internacional aumentam a diversificação por diluir o chamado risco Brasil. Assim, crises e instabilidades internas podem não afetar tanto o seu patrimônio, que estará atrelado também a países mais sólidos.

2. Exposição a outra economia

Como você viu, o investimento internacional possibilita a exposição a outras economias. Logo, é possível driblar algumas limitações do mercado brasileiro e também aproveitar oportunidades que não estão presentes em nosso país, por exemplo.

Primeiro, como você viu, é necessário pensar na descorrelação e, até mesmo, na correlação negativa entre investimentos nacionais e internacionais. A descorrelação significa que os investimentos fora do Brasil não costumam ser afetados pela economia brasileira e, por isso, terão movimentos independentes.

Já a correlação negativa implica em movimentos contrários — enquanto há um movimento de alta no mercado nacional, há baixa no internacional e vice-versa. Isso acontece, por exemplo, na relação entre o dólar e a bolsa de valores brasileira, a B3.

Quando as empresas do Brasil têm bons resultados, elas costumam atrair mais investidores estrangeiros. Assim, a oferta de dólar no país sobe, diminuindo a sua cotação. Por outro lado, quando a bolsa nacional apresenta resultados negativos, é comum que haja saída de dólares do país.

Desse modo, a cotação da moeda norte-americana aumenta devido à baixa oferta — o que pode afetar o dia a dia dos brasileiros. Portanto, fazer investimentos fora do Brasil pode ser uma maneira de proteger a carteira de oscilações da bolsa brasileira e do câmbio.

3. Possibilidade de investir em grandes empresas

Ao pensar nas vantagens de ter uma carteira internacional também é fundamental considerar a possibilidade de acessar grandes empresas de outros países. Afinal, companhias relevantes mundialmente, como Apple, Google e Amazon, estão listadas em bolsas internacionais.

Assim, fazer aportes com exposição estrangeira permite a você acessar um mercado muito mais aquecido que o brasileiro. A título de exemplo, a Apple sozinha tem uma capitalização de mercado quase cinco vezes maior do que todas as empresas listadas na bolsa brasileira em 2022.

E as oportunidades internacionais não se resumem às ações. Os mercados de outros países podem apresentar diversidade de títulos de renda fixa, fundos de investimentos e outras possibilidades para investidores e especuladores.

Quais são as opções de investimentos estrangeiros na bolsa brasileira?

Agora que você entende mais sobre investimentos estrangeiros, vale saber que é possível acessá-los de forma indireta sem sair do Brasil. As duas principais formas são via investimento em BDR (brazilian depositary receipts) e ETF (exchange traded fund).

Os BDRs são certificados de depósito de valores mobiliários do exterior, negociados na bolsa brasileira. Eles permitem exposição internacional porque estão lastreados em ativos de outros países — como ações de empresas internacionais, cotas de ETFs ou títulos de renda fixa.

Já os ETFs são fundos de investimento que têm o objetivo de espelhar os resultados de índices financeiros. Assim, esses indicadores podem tratar de mercados internacionais. Na B3 é possível encontrar, por exemplo, ETFs que seguem o S&P 500 — principal índice de ações dos EUA.

Para escolher entre as possibilidades disponíveis, é fundamental ter em mente o seu perfil de investidor e seus objetivos financeiros. Desse modo, você consegue tomar decisões alinhadas à sua estratégia e ao risco ao qual aceita se expor no momento de investir.

Você conseguiu entender o que é uma carteira internacional e quais são 3 das principais vantagens de fazer investimentos fora do Brasil? Não se esqueça de avaliar essas alternativas para verificar se elas fazem sentido para seus objetivos e perfil enquanto investidor!

Precisa de ajuda para entender melhor esses aportes? Então conte com a UP4 Invest!

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