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Nov

Boletim do mercado financeiro — Novembro/2021

Boletim do mercado financeiro — Novembro/2021

Olá, tudo bem?

Em outubro de 2021, a bolsa de valores brasileira continuou em queda e o dólar acumulou novas altas. Você acompanhou esse movimento?

No mercado nacional, o risco fiscal e a inflação chamaram a atenção dos investidores. 

Para entender como esses movimentos se refletem em seus investimentos, nós, da UP4 Invest, trouxemos este boletim com os principais acontecimentos de outubro — e o que esperar em novembro.

Veja!

Bolsa de valores

Em 29 de outubro, o Ibovespa fechou o pregão aos 103.500 pontos — com uma queda de 2,09% em relação ao dia anterior. Esse é o menor patamar desde novembro de 2020.

No acumulado do mês, a bolsa de valores do Brasil recuou 6,74%. O resultado é semelhante à queda anual até então acumulada, que era de 6,75% no início de outubro. 

No início de novembro, portanto, a bolsa brasileira acumulava perdas de 13,04% em 2021.

Dólar

No último pregão de outubro, o dólar também avançou. O crescimento foi de 0,37%, levando o dólar comercial ao patamar de R$ 5,646 na venda.

Em outubro, a moeda norte-americana acumulou uma alta de 3,67%. Já em 2021, a cotação do dólar teve um aumento de 8,82%.

Juros

Em 27 de outubro, o Comitê de Política Monetária (Copom) fez sua 242ª reunião. A decisão unânime foi pelo aumento da taxa Selic para 7,75% ao ano. O avanço foi de 1,5 ponto percentual.

Projeções do mercado para a economia

O último Boletim Focus do décimo mês do ano foi disponibilizado em 25 de outubro pelo Banco Central. Nele, foram apresentadas as projeções de mercado para os indicadores da economia.

Nessa edição, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apresentou um aumento pela 29ª semana consecutiva. 

O mercado passou a enxergar uma inflação acumulada de 8,96% no ano — que foi atualizada para 9,17% no primeiro Boletim Focus de novembro.

Sobre a taxa Selic, a projeção trouxe uma expectativa de 8,75% a.a para o fim de 2021 — que foi atualizada para 9,25% no primeiro boletim de novembro.  

Já sobre o Produto Interno Bruto (PIB), a expectativa de crescimento recuou pela segunda semana consecutiva, chegando a 4,97%. No boletim Focus de 1º de novembro, a projeção era ainda mais conservadora: 4,94%.

Quanto ao dólar, houve aumento sobre o relatório anterior. A expectativa, no final de outubro, era de uma cotação de R$ 5,45 para o dólar no final de 2021 — que subiu para R$ 5,50 no primeiro dia de novembro.

Destaques do mês de outubro

Apesar do desempenho negativo do Ibovespa, algumas ações se destacaram pelo avanço acumulado em outubro. Entre elas, estão:

  • Ambev (ABEV3): 11,05%;

  • BB Seguridade (BBSE3): 10,73%;

  • Telefônica Brasil (VIVT3): 6,94%;

  • EDP Brasil (ENBR3): 6,75%;

  • JBS (JBSS3): 5,34%.

Em relação às ofertas públicas iniciais (IPOs), duas empresas fizeram a estreia após uma reorganização societária: Getnet (GETT3, GETT4 e GETT11) e Wilson Sons (PORT3).

Ofertas públicas (IPOs)

Quanto às próximas estreias, até o final de outubro não havia previsão de IPOs para novembro. 

Por outro lado, diversas empresas suspenderam, adiaram ou desistiram dos pedidos de IPO, como:

  • Bluefit;

  • Environmental ESG;

  • InterCement;

  • Agribrasil;

  • BRB;

  • Lupo;

  • Althaia;

  • Ambipar;

  • Grupo Cortel.

O que esperar de novembro?

Também é importante conhecer a avaliação de analistas sobre o mês de outubro e as expectativas para o penúltimo mês de 2021. Para tanto, é possível recorrer à análise “Economia em Destaque”, dos analistas da XP Investimentos.

Ao longo de outubro, o cenário internacional foi marcado pela divulgação do PIB trimestral dos Estados Unidos e pela definição de juros no mercado Europeu. O risco de crédito da China ainda chama a atenção, mas a situação passou por um arrefecimento.

No Brasil, as declarações do Presidente da República e do Ministro da Economia sobre furar o teto de gastos aumentaram a percepção do risco fiscal do país. Ainda, a votação da PEC dos Precatórios foi sendo adiada ao longo do mês, o que contribuiu para a deterioração do cenário interno. O primeiro turno de votação aconteceu na primeira semana de novembro, e o segundo turno ficou para a segunda semana.

Os impactos foram especialmente sentidos nos ativos da bolsa e na cotação do dólar. A inflação acima das expectativas também levou a uma resposta mais incisiva por parte do Copom.

Para novembro, esperam-se definições do Banco Central da Inglaterra e dos Estados Unidos, que podem afetar o mercado. No Brasil, há expectativas sobre o término da votação da PEC dos Precatórios e da Reforma Tributária e quanto à divulgação da atividade industrial.

Com essas informações, agora você conhece os movimentos que marcaram outubro e o que se pode esperar em novembro. Se precisar de ajuda para tirar dúvidas e acompanhar o mercado, fale conosco da UP4 Invest!

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